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Antifragilidade: quando ser resiliente não é suficiente.

Atualizado: Fev 19

Resiliência com certeza é um termo que você já ouviu falar. Mas de onde isso veio? E será que hoje esse conceito ainda faz sentido para a nossa realidade?


O termo resiliência é originado da física e significa que quando um material é submetido a uma grande pressão ou força, ele se deforma mas não quebra e consegue voltar ao seu estágio original com facilidade. Para entender na prática, pense em um patinho de borracha: você pode amassá-lo, apertar e, mesmo assim, ele consegue voltar ao seu formato original. Nesse contexto, o patinho é resiliente.


Até no cinema esse pensamento ganhou fama: a ideia de Rocky Balboa de “Não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar.” faz muito sentido na “lógica” da resiliência e por um tempo serviu como regra de ouro.


Mas será que com as transformações profundas que vem acontecendo no mundo, apenas “voltar ao estágio original” ainda é o suficiente? Foi em meio a essas reflexões que um novo conceito nasceu: o de antifragilidade.


Agora para entender esse novo conceito, pense nos seus músculos. Quando eles são submetidos a uma atividade física se machucam, mas depois disso não voltam ao estado inicial: eles crescem. É exatamente essa a lógica do anti frágil: crescer e aprender com as situações, ao invés de apenas “resistir”.



É comum que pessoas costumem evitar situações de pressão ou de mudanças bruscas. Isso por que, naturalmente nós não gostamos de mudanças. Mas a lógica da antifragilidade transforma essas mesmas situações inesperadas em grandes possibilidades de crescimento e desenvolvimento.


É claro que ser anti frágil está diretamente relacionado à inteligência emocional, afinal, tudo gira em torno da maneira que você administra suas emoções - principalmente em situações inesperadas e de muita pressão.


Agora que você já entendeu esses conceitos, te trago algumas perguntas para você refletir sobre o assunto:


- Quando você está a frente de novos projetos ou cenários, é mais comum que pense em como se comportar com base nas experiências anteriores? Ou considera o surgimento de cenários inesperados?

- No seu dia a dia de trabalho, na maior parte do tempo você executa tarefas da forma mais segura possível, ou procura abraçar o desconhecido e testar novas formas de trabalho?

- Quando você recebe a notícia de um trabalho urgente que vai alterar sua rotina, você fica desesperado ou motivado para o novo desafio?

- Com as mudanças que acontecem todos os dias, você acredita que consegue agir com flexibilidade? Ou tem muita dificuldade a mudanças?


Todas essa são reflexões simples, mas que podem demonstrar a necessidade de uma mudança de comportamento.


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Esse post foi desenvolvido por Ana Uriarte. Por aqui, ela é a responsável pela curadoria de dos nossos conteúdos. Para conhecer um pouco mais da Ana, é só clicar aqui.

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